Proibição de pesca pelo Ibama prejudica o comércio local

Fim da piracema ocorreu no dia 31 de janeiro, mas ainda não é possível pescar em rios federais que passam por MT
Na terça-feira (07), o deputado federal Valtenir Pereira (PMDB) reuni com o superintendente Nacional da Pesca, Davidson Franklin, o coordenador de Pesca e membro do Conselho Estadual da Pesca (Cepesca), Kelven Stella Lopes no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em Brasília.

A pauta foi a preocupação dos pescadores de Mato Grosso que buscaram ajuda com o coordenador da Pesca e Aquicultura de Mato Grosso, Milton Simplício e do presidente da federação de pescadores do estado de Mato Grosso, Belmiro Lopes de Miranda para articularam junto as autoridades uma solução, pois apesar do fim do período da piracema no dia 31 de janeiro, a pesca continua proibida nos chamados rios federais. Afetando toda a cadeia produtiva da pesca.

A proibição é por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), responsável pela fiscalização nos rios Madeirinha, Roosevelt, Guariba, Aripuanã, Teles Pires, Xingu, Araguaia, Paraguai e Juruena, e os respectivos afluentes. Neles, o período de defeso segue o calendário nacional e irá terminar somente em 28 de fevereiro.

Com essa determinação mais de 11 mil pescadores profissionais estão sendo prejudicados por não poderem executar a profissão, estando parados sem conseguir dar o devido sustento a suas famílias, pois depende diretamente da atividade pesqueira.

Outro setor afetado é o do turismo, onde os empresários que venderam pacotes turísticos para viajantes de diversas localidades que têm interesse em pescar no Mato Grosso, não conseguiram cumprir com o contrato de venda gerando um prejuízo financeiro com a devolução dos valores. Assim, como os turistas que não virão gerar lucros para o comércio local, pois desistirão da viagem devido a proibição de pescar.

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